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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Pobre criança infeliz que quebrou o nariz

Criança feliz quebrou o nariz. Mas que raio de frase é essa? Coitada da criança! Ela toda feliz da dela, vai lá e quebra o nariz e o povo fica cantando isso a torto e a direito por aí como se fosse uma coisa boa!! O certo seria pobre criança infeliz que quebrou o nariz, que justamente é o título desta humilde e pitoresca postagem dedicada ao dia das crianças.
Infelizmente eu não consegui fazer essa postagem anteontem, até porque foi feriado e não fiquei no pc o dia todo como teria ficado nos dias normais. Mas enfim, não estou aqui para falar de mim mas dos pequenos que nos alegram e nos irritam com suas brincadeiras e suas sapequices.
Tais como jogar coisas pela janela do carro em movimento, jogar liquidificador e outras coisas da cozinha pela varanda de casa (o pior quando caia na cabeça de algum infeliz que tava passando), aumentar o volume no máximo da televisão que não tem controle e depois sair vazado; Escrevo isso pela própria experência do vulgo autor dessa postagem ^^.
Mas essas coisas já estão sendo esquecidas pelos pais de hoje, que deixam ou obrigam os seus filhos trabalharem e até se envolver nas drogas.
Isso é uma precatéra de mau gosto.
Deixa a criança ser pateta, palhaça, sapeca, ou o que for, e deixe ela brincar por aí e aproveitar a sua infância, e não ficar Xtrondando por aí.Bom, esse é o meu recado pra vocês que leem esse humilde e pitoresco blog, deste humilde e modesto autor. E se você ainda é jovem ainda, amanhã velho será, a menos que o coração não deixe, a juventude nunca morrerá!


abração.

domingo, 4 de outubro de 2009

Porque não há vida sem água

Desafios são encontrados cada momento de nossas vidas. Obstáculos são encontrados em qualquer lugar. E as nossas escolhas vão nos guiar e nos assombrar ou nos abençoar pelo resto de nossas vidas. Bom, todo esse blá blá blá... é para encher a linguiça sem trema nesse texto. Queria ter um improviso pra chegar onde eu quero. Há cinco anos eu fiz a minha escolha: comecei a fazer natação. Foi uma batalha todo o tempo... primeiro contra o meu sedentarismo, porque eu fui por livre e espontânea pressão dos meus primos a fazer esse esporte. Putz... mas tava ai uma coisa que eu gostava. E no auge dos meus treinamentos, que eram pesados, árduos, que compensavam quando eu baixava pelo menos um milésimo do meu tempo, (isso quando eu o baixava) conseguia vencer cada vez mais meus desafios.
 
Foi a época mais legal que eu tive...
Mas a mais cansativa também. Tinha treino que a gente tinha que nadar o teste de 1500m m; tinha que ter literalmente estômago por isso, porque senão é correr pra fora da piscina no final da prova. Mas o  que se pode dizer? A gente ganhou resistência. Resistencialmente preparados para as competições nós fomos. Nessas competições fatídicas que nem sempre ganhávamos algum prêmio; as tri-legais que a gente acumulava pontos pra equipe e levava a Honra ao mérito pra casa.
 
Todavia, nas competições, na maioria delas, íamos na vã, na ida ia tocando uns funks nas duas primeiras horas (que não deixava ninguém dormir); na volta que era pra ser quando todo mundo iria dormindo depois de um dia exaustivo de competição, ia todo mundo bagunçando mesmo... (se lixando pro fato se tava cansado, se queria dormir e se ALGUÉM queria dormir). O fato era que escutávamos funk mais três horas iniciais de viagem. Mas tudo isso, os treinos, as competições, os objetivos alcançados, só foram possíveis porque tinha um mestre do nosso lado: Guilherme Tucher.
Ele foi quem formou essa equipe; fez parte da nossa vida e moldou parte do caráter que temos hoje. Por isso, é pra ele que eu dedico hoje essa postagem, e pra toda a nossa GT Swim.
abração.