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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Religião




Em que você acredita? Em que se deve acreditar? E afinal, é boa ou má a ideia, seguir a forma de pensamento padrão?

Isso foi para despertar sua mente leitora para o assunto abordado desse post, que há tempos eu tenho remoído dentro da minha mente.

Religião significa prestar culto a uma divindade.

Já que essa é a definição de religião, nada mais justo que escolhesse um modelo que se moldasse às necessidades das pessoas que a criaram. Por exemplo: os cristãos começaram a acreditar no Deus justo e onipresente para que pudessem ter um apoio em meio às injustiças romanas da época; os egípcios acreditavam no politeísmo e no antropomorfismo de seus deuses para que pudessem entender suas divinas ações, tanto no meio, quanto nas suas vidas.

Mas, no caso dos cristãos católicos, na Idade Média, creram que o que eles acreditavam era tão bom e tão justo a ponto de impor isso à outras pessoas, para o objetivo de conseguir suas terras? Será que é tão certo impor aos outros a sua religião, no caso a da maioria dos europeus, por que essa seria a padrão? Só por não suportar a ideia de que isso sairia do normal?

Sinceramente, acho que a religião de cada um deve envolver a crença em algo superior à pessoa que nela crê. Algumas pessoas pensam em um Deus, em vários deles ou somente numa Força superior que controla as coisas. Por isso, que pra mim, como as pessoas que são totalmente descrentes, podem responder às perguntas básicas que o ser humano desde a Antiguidade tem: "De onde eu venho?", "Por que estou aqui?" e "Pra que estou aqui?".

Por isso que eu acho que a religião em si não importa. O que ela impõe à você pela sua tradição não importa; o que importa é a sua crença, seja nela em qual Força superior seja. A religião é só um dos caminhos para chegar nela.

Abração.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Fogão é melhor que Hexa-Microondas


Nunca fui fã de futebol. Pra falar a verdade, eu sempre odiei. Acho que foi uma coisa de infância: eu nunca fui de jogar futebol e creio que quando uma criança pratica o esporte é que começa a gostar dele. Mas só não praticava pela minha ótima forma física. Isso mesmo, eu estava em forma; forma de bujão. Quem já foi gordo, e ainda é, sabe que não é fácil correr e quando se tem asma, fica pior ainda.

Pois é. Hoje que eu já estou crescido, acabei sendo influenciado pelo meio; esse modo brasileiro de ser me contagiou por inteiro e mudou o meu modo de pensar sobre o futebol.

Descobri então como é bom torcer, vibrar com o time, gritar quando faz um gol, zoar os perdedores, e aprender a ser zoado. Mas o que é bom de torcer de verdade, é estar com seu time nas vitórias e nas derrotas. Comemorar nas vitórias e jogar piadinhas ácidas nas vitórias alheias.

Podia até não ver futebol quando era menor, mas sempre fiquei do lado do Botafogo. Sim. Aquele que é campeão desde 1910, heroi em cada e glorioso em cada jogo. E esta postagem é exclusivamente feita em homenagem para meu novo time do coração, e pra dizer que eu não troco meu Fogão por nenhum outro time, nem que o microondas seja o melhor e de última geração e hexacampeão.
Todo brasileiro torce. Nem que seja contra algum time. Abração.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Vida Universitária



O melhor e pior períodos da vida é o da vida de universitário.
Características de um universitário:

1- abre mão de uma aula com facilidade;
2- passa tardes sem fazer porra nenhuma;
3- aceita qualquer programa desde inauguraçõao de supermercado à batizados;
4- sabe que horário de dormir nao é a noite;
5- vê televisão o dia inteiro;
6- sai da net apenas para ir até a cozinha;
7- se anima com qualquer piada;
8- topa ir em churrascarias às 3h da tarde;
9- nao se mexe pra procurar um estágio;
10- sente que mp3, msn e orkut são a sua vida;
11- estuda só na véspera da prova com os xerox do caderno de alguém;
12- faz tudo de última hora;
13- utiliza, e muito, os "5 min a mais" do despertador;
14- vê a reprise dos seriados da Warner mesmo tendo visto o mesmo episódio no dia anterior;
15- corre atrás de provas anteriores pra prova da semana seguinte;
17- só estuda quando está chegando perto da prova;
18- se tiver que estudar mais que o suficiente, tem que perder compromissos importantíssimos como festas, chopadas e calouradas;
19- entre faltar uma aula de cálculo pra tomar um chopp no shopping em plena quarta-feira, ele vai sem problema nenhum;
20- aula que não pede presença não vale a pena ir;
21- sexta-feira a noite é de lei sair pra ir em alguma festa;
22- troca os estudos das matérias do seu curso pra estudar as relações inter-pessoais em encontros festivos (nº 18);
23- volta pra casa meia hora mais cedo com a desculpa que depois daquela hora na qual foi embora, o professor não deve dar mais nada de importante;
24- estuda mesmo até o último segundo antes de um prova difícil (isso inclui estudar o gabarito até a entrega da própria prova);
25- Se acorda mais cedo que onze horas, acordou de madrugada;
26- Aula de manhã não combina com ele, nem à noite e nem de tarde;
27- Estuda ouvindo música;
28- Se estuda pelo computador, faz de um tudo, desde o Orkut ao Msn, do Youtube ao Twitter, mas estudar que é bom ele não faz;
29- Nunca sabe horário, local e data de prova direito;
30- Não vê a hora de se formar.

Obs: Calouro é universitário, mas vai ser sempre chamado de burro.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Vestibular (parte 2)

Cremos que ao final de nossos anos de estudo, entremos em algum curso de graduação (faculdade), para que possamos dar continuidade às nossas metas de vida que geralmente são iguais uma das outras: crescer, trabalhar, ganhar dinheiro, constituir família, ser feliz... basicamente a mesma coisa...

Mas e quando essa meta tão esperada não se torna realidade? Devemos desistir e procurar outro caminho a trilhar? Ou devemos persistir em nossos sonhos por mais difíceis que eles sejam?

Acho que é isso que passa na cabeça das pessoas que não passam nas Universidades nas quais se inscreveram. Desistir não é o melhor remédio. A medida a ser tomada é que ter de ser diferente. O modo que se trilha o caminho que tem que ser repensado. O esforço a cada dia é o que faz a diferença. E se esforce nessa preparação mais desleal que é o vestibular; os seus concorrentes não precisam saber que você está estudando, então, em feriados e finais de semana, quando eles te perguntarem 'O que vai fazer nesse feriado?', responda 'Vou viajar'. Não viaje e estude. Nessas e outras que você os derrota.

O modo de estudar é evidente: se aprofundar nas específicas, mas o que vai fazer a diferença é exatamente estudar para as não específicas, tão a finco quanto as outras. Assista todas as aulas do cursinho, até as de redação, pois você pode se surpreender com o que se pode aprender até nessa aula.

Isso é só a décima parte sobre o que tem que se fazer para passar. Não sou perito nisso, até porque eu não passei no vestibular, mas eu sei que o segredo sempre será o esforço de fazer a diferença.

Abração.