
Em que você acredita? Em que se deve acreditar? E afinal, é boa ou má a ideia, seguir a forma de pensamento padrão?
Isso foi para despertar sua mente leitora para o assunto abordado desse post, que há tempos eu tenho remoído dentro da minha mente.
Religião significa prestar culto a uma divindade.
Já que essa é a definição de religião, nada mais justo que escolhesse um modelo que se moldasse às necessidades das pessoas que a criaram. Por exemplo: os cristãos começaram a acreditar no Deus justo e onipresente para que pudessem ter um apoio em meio às injustiças romanas da época; os egípcios acreditavam no politeísmo e no antropomorfismo de seus deuses para que pudessem entender suas divinas ações, tanto no meio, quanto nas suas vidas.
Mas, no caso dos cristãos católicos, na Idade Média, creram que o que eles acreditavam era tão bom e tão justo a ponto de impor isso à outras pessoas, para o objetivo de conseguir suas terras? Será que é tão certo impor aos outros a sua religião, no caso a da maioria dos europeus, por que essa seria a padrão? Só por não suportar a ideia de que isso sairia do normal?
Sinceramente, acho que a religião de cada um deve envolver a crença em algo superior à pessoa que nela crê. Algumas pessoas pensam em um Deus, em vários deles ou somente numa Força superior que controla as coisas. Por isso, que pra mim, como as pessoas que são totalmente descrentes, podem responder às perguntas básicas que o ser humano desde a Antiguidade tem: "De onde eu venho?", "Por que estou aqui?" e "Pra que estou aqui?".
Por isso que eu acho que a religião em si não importa. O que ela impõe à você pela sua tradição não importa; o que importa é a sua crença, seja nela em qual Força superior seja. A religião é só um dos caminhos para chegar nela.
Abração.









