Quantas vezes você já não se estressou com alguém? Quantas vezes você já estressou com alguém que você tem que conviver? E quantas vezes, essas benditas vezes, que você se estressa com a pessoa que convive e não pode falar nada?
Pois é. Difícil vai ser alguém que diga “nenhuma” para todas essas perguntas.
Na convivência entre você e qualquer pessoa, haverão atritos de personalidades e divergências de idéias. É o famoso ‘quero fazer do meu jeito’ que, mesmo inconscientemente, vem de ambos os lados. Natural é o pensamento que vem numa hora dessas: por que ela (a outra pessoa) não pode fazer desse jeito (o seu)? Porém é um pensamento que de tão natural, aparece na mente das dua
s pessoas. Afinal, por que também, você não pode fazer do jeito da outra pessoa?
A vida ensina que as vezes é bom escutar e ser generoso com a opnião e vontade das outras pessoas; ser tolerante com quem te cerca. Lógico que não é pra ser passivo à tudo. Saber pensar nas duas hipóteses a serem seguidas e visualizar qual delas é a melhor, mesmo que não seja a sua. E isso serve como pensamento tanto pra própria convivência entre duas pessoas, quanto para a discussão de opiniões. Suponhamos que vivam juntos uma pessoa bagunceira e outra totalmente organizada; o modo de criação e a personalidade das duas não irão combinar, o que vai gerar desacordos com o decorrer do tempo.
A solução seria a pessoa bagunceira se tornar mais centrada no modo de organização das suas coisas, e a organizada ser menos rigorosa em seus padrões de organização. Mas isso, será alcançado somente com muita conversa e tolerância de ambos os lados, que enfim, levará a um modo de vida melhor e suportável por essas pessoas, e tantas outras com contrastes de opiniões e de personalidade.
No fim, conversa e paciência são o que resolvem a maior parte dos nossos problemas.
Abração.







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